“Ficamos bem assustados porque já é a segunda vez que ela fica doente e não encontramos remédio. A primeira foi em março e a última agora na semana passada”, explica a moradora de Petrópolis, na região serrana do Rio.
Segundo ela, uma das opções dadas pelos médicos seria cortar um comprimido de adulto para dar para a filha: “Não gostamos dessa solução, ficamos bem apreensivos porque a gente nunca sabe o que pode acontecer, como a criança pode receber. A própria pediatra disse que alguns chegaram a vomitar pelo fato de o remédio ser mais forte”, conta.
De acordo com a pediatra Mônica Yoneshigue, que atende em Niterói, na região metropolitana do Rio, e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, as reclamações de falta de medicamentos começaram há pelo menos 15 dias.

