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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “A SALVAÇÃO É OBRA GRACIOSA DE DEUS, RECEBIDA PELA FÉ, MEDIANTE O NOVO NASCIMENTO QUE ELE MESMO OPERA EM NÓS.”
Rev. André Buchweitz Plamer

“A SALVAÇÃO É OBRA GRACIOSA DE DEUS, RECEBIDA PELA FÉ, MEDIANTE O NOVO NASCIMENTO QUE ELE MESMO OPERA EM NÓS.”

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 28 de fevereiro de 2026 às 22:06
Por Rev. André Buchweitz Plamer 2 meses atrás
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Queridos amigos em Cristo Jesus, o nosso Salvador enviado por Deus para nos resgatar e dar-nos a vida eterna, lembro que, “Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. 17Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.” (Jo 3.16-17 – NTLH).
É preciso lembrar que nós estamos na caminhada quaresmal. A cruz se aproxima. Não tem outra opção. O chamado ao arrependimento ecoa. É urgente! Precisa acontecer a mudança, é preciso um novo ser humano regerado e cheios de esperança nas promessas de Deus. É preciso salvação. Sem a ação de Deus não haverá, arrependimento, perdão, paz e nem mesmo descanso. Neste segundo domingo da Quaresma, a Palavra de Deus nos conduz ao coração do Evangelho: “A salvação não é obra humana, mas obra graciosa de Deus”. Isto para quem não crê na obra de Cristo é um escândalo, pois quem ama fazer “coisinhas” para que Deus goste dela e possa então ainda de vangloriar entre os familiares e amigos, é incompreensível e incapaz de aceitar que Deus é o provedor por graça e misericórdia.
Vivemos em um mundo que ensina o contrário. Desde pequenos aprendemos que precisamos merecer: merecer notas, merecer reconhecimento, merecer promoção, merecer respeito. O pensamento religioso natural também segue essa lógica: “Se eu fizer o bem, Deus me aceitará.”
Mas a Palavra de Deus hoje derruba essa construção humana. Ela nos diz: Abraão não foi escolhido por mérito. Davi não foi perdoado por obras. Nicodemos não entraria no Reino por conhecimento. E nós não somos salvos por esforço espiritual. A salvação é obra graciosa de Deus, recebida pela fé, mediante o novo nascimento que Ele mesmo opera em nós.
Vamos caminhar pelos textos bíblicos e por eles vamos entender em profundidade o tema, de que: “A salvação é obra graciosa de Deus, recebida pela fé, mediante o novo nascimento que Ele mesmo opera em nós.”
Os textos que ouvimos, isto é, o Salmo 121, que nos fala que – O Senhor é o guarda fiel do seu povo, aquele que protege, sustenta e acompanha seus filhos em todos os momentos da vida. Em Gênesis 12.1-9 veremos que: Deus chama Abraão a sair pela fé, prometendo-lhe bênção e fazendo dele instrumento de salvação para todas as nações. Já em Romanos 4.1-8,13-17: A justificação não vem pelas obras, mas pela fé, como no caso de Abraão, que creu na promessa de Deus e isso lhe foi imputado como justiça. E ainda em João 3.1-17: Jesus ensina que é necessário nascer de novo pela ação do Espírito e revela que a salvação é dom do amor de Deus, concedida a todo o que crê no Filho. Todos estes textos nos conduzem a uma mesma verdade: a salvação não começa no homem, não depende da capacidade humana, não é fruto de mérito, esforço ou religiosidade. A salvação começa em Deus, é realizada por Deus e é aplicada por Deus ao nosso coração. Então, compreendemos que: Deus é quem chama e promete – Deus é quem justifica pela fé – Deus é quem nos faz nascer de novo – E em tudo isso, nós apenas recebemos.
Este chamado de Deus é nítido na conversa que Deus tem cm Abrão, e registrado em (Gn 12.1-9). Vejamos, no texto de Gênesis nos apresenta o chamado de Abrão. Ele ouve a voz do senhor chamá-lo. O Senhor diz: “— Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa do seu pai e vá para uma terra que eu lhe mostrarei.” (Gn 12.1 – NTLH). É interessante entendermos que Abrão não estava procurando a Deus. Não estava iniciando um movimento espiritual. Não estava fundando uma religião. Deus tomou a iniciativa. Assim como ele faz conosco ainda hoje. É sempre Deus quem toma a iniciativa. Por isso é inconcebível aceitar que as pessoas digam: eu aceitei Jesus. Isso é blasfêmia contra a obra do Espírito Santo. A obra em alguém começa pela ação de Deus. No caso de Abrão, Deus não apenas chamou — Deus prometeu: Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros… E por meio de você eu abençoarei todos os povos do mundo.” (Gn 12.2-3 – NTLH)
Aqui está o início da promessa messiânica que culmina em Cristo. A bênção para todas as nações não é outra coisa senão a salvação em Jesus. Percebam: antes de Abrão fazer qualquer coisa, Deus já promete. Antes de Abrão obedecer, Deus já abençoa. E qual foi a resposta de Abrão? “Abrão tinha setenta e cinco anos quando saiu de Harã, como o Senhor havia mandado.” (Gn 12.4 – NTLH).
Ele simplesmente foi. Ele confiou. Ele creu. Assim também hoje Deus nos chama e quer que também simplesmente creiamos. É isso que Romanos 4 explicará mais adiante: Abraão foi justificado não por obras, mas pela fé, isso também se aplica a todos os que são crentes em Cristo é a obra de Deus não as nossas.
Por sua vez o Salmo 121 ecoa essa mesma confiança: “O meu socorro vem do Senhor Deus, que fez o céu e a terra.” (Sl 121.2 – NTLH). Notem: o socorro vem do Senhor. Não vem da montanha. Não vem da força interior. Não vem da disciplina espiritual. Vem do Senhor. Ele sempre irá socorrer. “O Senhor guardará você; ele estará sempre ao seu lado para protegê-lo.” (Sl 121.5 – NTLH) A salvação é assim: Deus guarda, Deus protege, Deus conduz. No ir, no vir, lá está Deus.
É como uma criança pequena atravessando a rua com o pai. A criança não calcula a velocidade dos carros. Não controla o trânsito. Não tem força para impedir um acidente. Ela apenas segura a mão do pai. E é o pai quem conduz, protege e leva em segurança.
Assim é a fé. Fé não é força. Fé é dependência. Fé é confiar na promessa daquele que chama. É certeza de que Deus nos sustenta, nas fraquezas e nas nossas forças. Sempre o Criador.
Por isso que Paulo escreve que é Deus quem justifica pela fé – (Rm 4.1-8,13-17). O apóstolo Paulo lembra para olharmos para Abraão, ele fala:
“Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus.” (Rm 4.2 – NTLH). E conclui: “Abraão creu em Deus, e por isso Deus o aceitou.” (Rm 4.3 – NTLH). Aqui está o coração da doutrina luterana da justificação. Deus aceita o pecador não porque ele se tornou bom, mas porque ele crê na promessa.
Paulo continua: “Porém a pessoa que não põe a sua esperança nas coisas que faz, mas simplesmente crê em Deus, é a fé dessa pessoa que faz com que ela seja aceita por Deus, o Deus que trata o culpado como se ele fosse inocente.” (Rm 4.5 – NTLH). Isso é escandaloso para o orgulho humano. O natural do nosso coração é pensar: “Eu preciso melhorar primeiro.” “Preciso consertar minha vida.” “Preciso merecer.” Mas o Evangelho diz: Deus justifica o ímpio.
Na Quaresma, somos confrontados com a Lei. A Lei revela nosso pecado. Revela que não temos mérito. Revela que somos como Nicodemos — religiosos, conhecedores da Escritura, mas espiritualmente mortos. Se dependesse de nossas obras, estaríamos perdidos. Mas Paulo afirma: “a promessa de Deus depende da fé, a fim de que a promessa seja garantida como presente de Deus a todos os descendentes de Abraão.” (Rm 4.16 – NTLH).
Se dependesse de obras, seria salário. Como ele diz antes: “O salário que o trabalhador recebe não é um presente, mas é o pagamento.” (Rm 4.4 – NTLH).
Mas a salvação não é salário. É presente. Aqui precisamos distinguir claramente Lei e Evangelho. Lei: Você não consegue salvar-se. Você é pecador. Evangelho: Deus salva você gratuitamente por causa de Cristo. Este é o ensino luterano do começo ao fim, pois tem base bíblica, não é invenção de homens é promessa de Deus.
E isso nos leva ao Evangelho de João. Onde Jesus lembra que Deus é quem nos faz nascer de novo – (Jo 3.1-17), no evangelho, encontramos o homem chamado Nicodemos, era fariseu, líder religioso, mestre em Israel. Ele vai a Jesus à noite. Jesus não elogia sua moral. Não exalta seu conhecimento. Não valoriza sua posição. Jesus vai direto ao ponto: “Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo.” (Jo 3.3 – NTLH). Nicodemos pensa biologicamente. Jesus fala espiritualmente.
“Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito.” (Jo 3.5 – NTLH). Aqui está o novo nascimento — obra do Espírito Santo, ligado à água, isto é, ao Batismo. O batismo Salva, e Pedro registra isto em 1 Pedro 3.21. O novo nascimento não é decisão humana. Não é reforma moral. Não é emoção religiosa. É obra de Deus. É confiança plena. Jesus diz: “O vento sopra para onde quer, e você ouve o barulho que ele faz, mas não sabe de onde ele vem nem para onde vai. Assim é todo aquele que nasce do Espírito.” (Jo 3.8 – NTLH). O Espírito age soberanamente. Ele gera fé. Ele cria vida onde havia morte. E por quê? Porque Deus amou. “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16 – NTLH). O Filho foi dado. O Filho foi levantado na cruz — como a serpente no deserto. “Assim como Moisés levantou a serpente de bronze no deserto, assim também é preciso que o Filho do Homem seja levantado.” (Jo 3.14 – NTLH).
O povo no deserto não precisava fabricar o remédio. Não precisava pagar. Não precisava realizar um ritual complicado. Precisava olhar. E quem olhava, vivia. Assim é a fé: olhar para Cristo crucificado. Não é olhar para si. Não é olhar para as obras. É olhar para o Filho que foi levantado.
Hoje os textos nos apontam para a mesma verdade: A salvação começa em Deus, é realizada por Deus e aplicada por Deus. Nós apenas recebemos pela fé. Isso é graça, é teologia da cruz.
Talvez alguém aqui pense: “Minha fé é fraca.” “Eu não sinto nada.” “Eu falho tanto.” Mas a salvação não depende da intensidade da sua fé. Depende do objeto da fé. JESUS! Uma fé pequena em um grande Salvador salva. Não é a força da mão que salva — é quem está segurando.
Assim como Abraão, somos chamados a confiar na promessa. Assim como o salmista, confessamos: “O meu socorro vem do Senhor.”
Assim como Paulo ensina, somos declarados justos pela fé. Assim como Nicodemos ouviu, precisamos nascer do alto. E Deus já operou isso em você no Batismo. Ele continua operando pela Palavra. Ele fortalece essa fé na Santa Ceia. A Quaresma nos conduz à cruz. E na cruz vemos claramente: Não fomos nós que subimos até Deus. Foi Deus que desceu até nós. Não fomos nós que encontramos o caminho. Cristo é o Caminho. Não fomos nós que vencemos a morte. Cristo venceu por nós.
Assim é a salvação. Você não sobe. Você não conquista. Você não merece. Deus desce em Cristo. Ele lança a promessa. Ele cria fé em seu coração. E Ele o puxa para a vida.
Por isso nunca podemos esquecer que “A salvação é obra graciosa de Deus, recebida pela fé, mediante o novo nascimento que Ele mesmo opera em nós.” Isso é o que vemos em Abraão. Isso é o que Paulo proclama. Isso é o que Jesus ensina a Nicodemos. Isso é o que o Salmo confessa. Que nesta Quaresma, ao olharmos para Cristo crucificado, sejamos renovados na confiança de que nossa salvação não depende de nós — mas da fidelidade do Deus que chama, promete, justifica e faz nascer de novo.
E que possamos dizer com o salmista: “O Senhor guardará você; ele estará sempre ao seu lado.” (Sl 121.5 – NTLH). Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 28 de fevereiro de 2026 28 de fevereiro de 2026
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