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Rev. André Buchweitz Plamer

FILHOS AMPARADOS PELO AMOR DE CRISTO

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 10 de maio de 2026 às 10:28
Por Rev. André Buchweitz Plamer 4 horas atrás
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Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Macapá – Congregação Cristo Para Todos; também atua como Missionário em Angola e Moçambique | Foto Arquivo Pessoal
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Graça, misericórdia e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Aos amigos e irmão em Cristo digo: “(15) Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor. Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm. (16) Porém façam isso com educação e respeito. Tenham sempre a consciência limpa. Assim, quando vocês forem insultados, os que falarem mal da boa conduta de vocês como seguidores de Cristo ficarão envergonhados. (17) Porque é melhor sofrer por fazer o bem, se for esta a vontade de Deus, do que por fazer o mal. (1 Pedro 3.15-17- NTLH).” Amém.
Meus irmãos – O Dia das Mães desperta muitos sentimentos em nosso coração. Alguns lembram com alegria do carinho de suas mães. Outros sentem saudade. Alguns têm o privilégio de ainda abraçar suas mães; outros carregam lágrimas silenciosas por causa da ausência. E outros ainda tentam se justificar como desculpa para pecar contra o 4º Mandamento: ““(2) …Respeite o seu pai e a sua mãe.” E esse é o primeiro mandamento que tem uma promessa, a qual é: (3) “Faça isso a fim de que tudo corra bem para você, e você viva muito tempo na terra.” (Efésios 6.2b-3 – NTLH).” Há também mães cansadas, preocupadas, lutando pelos filhos, orando em silêncio, esperando ver seus filhos mais perto de Deus e mães que por mais que trabalhem para dar o melhor para os seus filhos são desprezadas e desrespeitadas.
Mas existe uma verdade que atravessa todas essas realidades: ninguém vive sem amparo. O ser humano precisa de cuidado, proteção, amor e direção. Desde pequenos aprendemos a procurar abrigo nos braços da mãe. Quando uma criança sente medo, ela corre para alguém que lhe transmite segurança. Isso revela algo profundo: fomos criados para viver amparados. Deus não nos criou para ao nascermos já sermos independentes, mas para sermos cuidados e depois de amparados pelo amor dos pais irmos e vivermos este amor para transmiti-lo ao próximo.
Por isso que neste 6º Domingo de Páscoa, Jesus nos lembra que não somos órfãos espirituais. O Senhor ressuscitado continua cuidando do seu povo. Ele nos sustenta com seu amor, nos consola em nossas lutas e nos conduz à vida eterna. Por isso o tema desta mensagem é: “Filhos Amparados pelo Amor de Cristo.”
Hoje queremos meditar com base nos textos (Salmo 66.8-20 – Atos 17.16-31 – 1Pedro 3.13- 2 – João 14.15-21) que nos ajudam a compreendermos e com eles então aprendemos que: – Cristo ampara seus filhos em meio às lutas. Que Cristo ampara seus filhos com sua presença constante, também temos isso de modo visível quando batizados e no uso do Sacramento da Ceia, quando o recebemos. Também, Cristo ampara seus filhos para viverem no mundo com esperança. Ele mesmo em Mateus 28.20 diz: “E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos.”
Com isso aprendemos que sempre Cristo Jesus ampara seus filhos em meio às lutas, as dificuldades não podem nos separar do amor de Deus. Vejamos o Salmo 66 é um salmo de gratidão e testemunho. O salmista convida o povo a louvar ao Senhor dizendo: “Venham e escutem, todos vocês que temem a Deus, e eu contarei o que ele fez por mim.” (Sl 66.16 – NTLH). O salmista não diz que teve uma vida fácil. Pelo contrário. Ele fala de provações, sofrimento e angústia. Ele reconhece que passou pelo fogo e pela água. Mas em tudo isso Deus permaneceu presente. Agora cabe lembrar que isso também acontece conosco. A vida cristã não é uma caminhada sem dores. Existem enfermidades, crises familiares, dificuldades financeiras, preocupações com os filhos, medos em relação ao futuro. Existem mães que choram por filhos afastados da fé. Existem pais aflitos pela violência, pelas influências do mundo e pelas incertezas da vida. Pais que se angustiam pela teimosia desenfreada dos filhos estarem longe do amor de Deus.
O apóstolo Pedro fala justamente sobre isso em sua carta. Os cristãos estavam sofrendo perseguição. Mesmo assim ele escreve: “Pois é melhor sofrer por fazer o bem, se for essa a vontade de Deus, do que sofrer por fazer o mal.” (1Pe 3.17 – NTLH). Pedro mostra que o sofrimento não significa abandono divino. Cristo continua presente mesmo quando o caminho é difícil. Aliás, o próprio Jesus sofreu. O texto diz: “Porque Cristo morreu uma vez por todas pelos pecados, um homem bom pelos maus, para levar vocês a Deus.” (1Pe 3.18 – NTLH). Nosso Senhor conhece a dor humana. Ele sabe o que é chorar, sofrer, ser rejeitado e carregar angústias. Na cruz, Jesus assumiu nossos pecados e nossas dores. Por isso, quando uma mãe se ajoelha para orar pelo filho, Cristo a ouve. Quando um pai sente medo pelo futuro da família, ora, Cristo permanece ao lado dele. Quando alguém aqui pensa que está sozinho, Jesus diz: “Eu estou com você.” O amor de Cristo não é um amor distante. É amor que sustenta. Por isso por exemplo: durante uma grande tempestade, uma criança estava muito assustada dentro de casa. Os trovões eram fortes, os relâmpagos iluminavam o quarto, e ela começou a chorar. A mãe entrou no quarto e disse: — Filho, não tenha medo. Deus está com você. Mas a criança respondeu: — Eu sei que Deus está comigo… mas agora eu preciso de alguém com pele. Então a mãe se sentou ao lado da cama, abraçou a criança, e ela dormiu em paz. Essa ilustração nos ajuda a entender algo maravilhoso do Evangelho. Em Jesus, Deus veio ao nosso encontro “com pele”, em carne humana. Ele entrou no nosso sofrimento. Ele nos abraça através da sua Palavra, dos sacramentos e do cuidado diário. Cristo é o Deus próximo. Um Deus que sabe o quão complicado é o sofrimento humano que desnuda as nossas convicções e certezas. E muitas vezes o cuidado materno reflete justamente isso: um pequeno retrato do cuidado amoroso de Deus.
Todavia, é preciso que acima de tudo compreendamos que Cristo ampara seus filhos com sua presença constante. No Evangelho de João, Jesus está preparando os discípulos para sua partida. O coração deles estava aflito. Eles tinham medo de ficar sozinhos. Então Jesus lhes faz uma promessa extraordinária: “Eu não os abandonarei, mas voltarei para ficar com vocês.” (Jo 14.18 – NTLH). Outras traduções dizem: “Não vos deixarei órfãos.” Essa é uma das frases mais consoladoras do Evangelho. Visto que no contexto órfão significava desprotegido de tudo e qualquer garantia de paz e segurança social. Mas Jesus promete que Ele estará conosco. Lembre-se: O pecado nos tornou órfãos espirituais. Distantes de Deus, perdidos em nossos caminhos, incapazes de salvar a nós mesmos. Mas Jesus veio para nos reconciliar com o Pai. Por isso, através da fé, nós nos tornamos filhos de Deus. E filhos precisam de presença. Uma das maiores dores de uma criança é sentir-se abandonada. O mundo moderno está cheio de pessoas cercadas por tecnologia, mas vazias de relacionamentos verdadeiros. Há filhos sem direção, famílias fragmentadas e corações cansados. Há famílias que não são família apenas vivem no mesmo lar, mas não cumplicidade, pois não foram construídas com base no amor, mas no desejo e loucura hormonal que lhes roubaram a sanidade.
Mas Jesus promete: “O Espírito da verdade ficará com vocês e estará em vocês.” (Jo 14.17 – NTLH). O Senhor não nos deixa sozinhos. Ele nos acompanha: quando a casa está silenciosa – quando a enfermidade chega – quando o casamento enfrenta crises – quando os filhos se afastam – quando a velhice traz limitações – quando lágrimas caem sem que ninguém veja. Cristo continua presente. Não há situação que Jesus não possa resolver. Confie. E aqui existe uma ligação muito bonita com o Dia das Mães. Uma mãe verdadeira dificilmente abandona seus filhos. Mesmo cansada, ela continua cuidando. Mesmo ferida, ela continua amando. Mesmo preocupada, ela continua orando. Quantas mães perderam noites de sono por amor aos filhos? Quantas dobraram os joelhos pedindo que Deus guardasse suas crianças? Quantas vezes uma mãe sofreu em silêncio para proteger sua família? Esse amor sacrificial nos lembra, ainda que imperfeitamente, do amor de Cristo. Porque Jesus não desistiu de nós. Ele nos amparou na cruz. Ele nos ampara hoje. E continuará nos amparando eternamente.
Como é bom sabermos que Cristo ampara seus filhos para viverem no mundo presente com esperança. Vejamos em Atos 17, encontramos Paulo na cidade de Atenas. Era uma cidade cheia de ídolos, filosofias e religiões humanas. O povo buscava respostas em muitos lugares, mas continuava distante do Deus verdadeiro. Paulo então anuncia: “O Deus que fez o mundo e tudo o que existe nele é o Senhor do céu e da terra.” (At 17.24 – NTLH). E mais adiante: “Pois nele vivemos, nos movemos e existimos.” (At 17.28 – NTLH). O ser humano continua tentando encontrar segurança longe de Deus. Uns confiam no dinheiro. Outros na ciência. Outros em ideologias. Outros em prazeres passageiros. Mas nada disso consegue sustentar a alma. Somente Cristo pode amparar verdadeiramente o coração humano. Vivemos em um tempo em que muitas famílias estão emocionalmente cansadas. Os filhos crescem cercados de influências perigosas. Muitos jovens vivem sem direção espiritual. Há ansiedade, medo e solidão. E nesse cenário, Deus chama os cristãos a viverem como testemunhas do amor de Cristo. Pedro escreve: “Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm.” (1Pe 3.15 – NTLH). O cristão vive diferente porque sabe em quem confia. A mãe cristã não cria seus filhos apenas para o sucesso profissional. Ela deseja conduzi-los a Cristo. O pai cristão não deseja apenas conforto material para a família. Ele quer que sua casa permaneça firme na Palavra de Deus. A Igreja não existe apenas para realizar atividades religiosas. Ela existe para anunciar o Cristo vivo que salva pecadores. Jesus ressuscitou. E porque Ele vive, nós temos esperança. O amor de Cristo nos ampara hoje e nos conduz para a eternidade.
Queridos irmãos, esta mensagem nos conduz a algumas aplicações importantes. 1. Valorize o cuidado que Deus lhe deu através da família: Neste Dia das Mães, devemos agradecer pelas mães que ensinaram a orar, que levaram os filhos à igreja, que ensinaram valores cristãos, que permaneceram firmes mesmo em meio às dificuldades. Talvez sua mãe não tenha sido perfeita. Nenhuma mãe é. Mas Deus age através de pessoas imperfeitas para demonstrar cuidado. Honre sua mãe. Ore por ela. Agradeça enquanto há tempo. Mas se a sua mãe já partiu desta vida, agradeça a Deus pela memória e pelo amor recebido. 2. Lembre-se de que você não está sozinho: Talvez alguém aqui esteja enfrentando uma luta silenciosa. Quem sabe exista medo dentro do coração. Quem sabe exista tristeza, culpa ou desânimo. Jesus diz hoje: “Eu não os abandonarei.” O Senhor continua presente. Ele ouve sua oração. Ele conhece suas lágrimas. Ele vê sua dor. Ele sustenta seus filhos. 3. Permaneça firme no amor de Cristo: Jesus afirma: “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.” (Jo 14.15 – NTLH). O amor cristão não é apenas emoção. É vida de fé, arrependimento e obediência. Em um mundo cheio de confusão espiritual, somos chamados a permanecer firmes na Palavra de Deus. É preciso: ensinar a fé aos filhos – cultivar a oração em casa – participar da vida da igreja – valorizar a Palavra e os sacramentos – testemunhar o Evangelho. Famílias fortes espiritualmente não surgem por acaso. Elas são construídas pela graça de Deus através da Palavra. Se a sua família está fraquejando, então precisa vir para Cristo, sem Jesus não há paz nem família. O grande consolo deste domingo é saber que somos filhos amparados pelo amor de Cristo. O mundo pode falhar. As pessoas podem falhar. Até nossos sentimentos podem vacilar. Mas Cristo permanece fiel. No Salmo, Deus sustenta o aflito. Em Atos, Deus chama os perdidos ao arrependimento. Em Pedro, Cristo fortalece os que sofrem. No Evangelho, Jesus promete: “Eu não os abandonarei.” Essa promessa continua viva hoje. E tudo isso é possível pois o Senhor enviou o Consolador que une os pecadores na igreja, une as famílias nos lares, e nos conduz a cremos em Cristo e sua Obra Redentora. E hoje Ele continua dizendo: “Você não está sozinho.” Por isso podemos viver com esperança. Somos filhos amparados. Guardados. Perdoados. Sustentados pelo amor eterno de Cristo. Que o Senhor fortaleça especialmente as mães nesta data, concedendo sabedoria, consolo e perseverança. E que todos nós permaneçamos firmes naquele que nunca abandona seus filhos. Em nome de Jesus. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 10 de maio de 2026 10 de maio de 2026
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