A responsabilidade pela manutenção da BR-156 é do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que informou que atua nos pontos interditados para liberar e normalizar o fluxo de automóveis.
Segundo motoristas, o tempo de viagem chega a quadruplicar e os riscos de acidentes aumentam muito nesse período de fortes chuvas do inverno amazônico.
Paulo Ulisses Rodrigues Alves, que transporta passageiros para Oiapoque, relata que cada vez é mais difícil arcar com a manutenção do veículo, o que acaba influenciando também no preço das passagens.
“Você vê que cada um mantém o carro limpinho e arrumado para que possa sair para a viagem. Com a dificuldade nas estradas, a gente vai na oficina e em um dia de manutenção do carro, a gente está falando de 3 mil reais e isso encarece o valor do serviço”, relatou.
Segundo o DNIT o órgão está atuando na retirada dos veículos e na elaboração de um plano para tapar buracos com pedras e areia.
Ainda segundo o órgão, não é possível fazer maiores reparos em decorrência das fortes chuvas.

