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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rev. André Buchweitz Plamer > “HOSANA A DEUS NAS ALTURAS DOS CÉUS – O REI JESUS CHEGOU À CIDADE”.
Rev. André Buchweitz Plamer

“HOSANA A DEUS NAS ALTURAS DOS CÉUS – O REI JESUS CHEGOU À CIDADE”.

Rev. André Buchweitz Plamer
Ultima atualização: 28 de março de 2026 às 22:53
Por Rev. André Buchweitz Plamer 10 horas atrás
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Amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus, “(1) Deem graças a Deus, o Senhor, porque ele é bom e porque o seu amor dura para sempre. (2) Que o povo de Israel diga: “O seu amor dura para sempre!” (3) Que os sacerdotes de Deus digam: “O seu amor dura para sempre!” (4) E que todos os que o temem digam: “O seu amor dura para sempre!” (Sl 118.1-4).”
Hoje a Igreja Cristã ao redor do mundo celebra o Domingo de Ramos, o início da Semana Santa — a semana mais importante da história da salvação. É o momento em que acompanhamos nosso Senhor Jesus Cristo em sua entrada triunfal em Jerusalém, sabendo que essa “triunfalidade” é profundamente diferente daquilo que o mundo entende como vitória. É o anúncio de algo maior e com o significado de que o Reino de Deus não está embasado no poder humano, mas na graça e no Senhor Jesus propriamente dito que se revela como o nosso Rei, Rei que sabe que a “triunfalidade” humana é vazia e não pode colocar o ser humano na presença de Deus, somente Ele, o Cristo pode. Deus age, e suas criaturas são beneficiadas.
Vejamos que o evangelista Mateus nos relata que uma multidão tomou as ruas da cidade e começou a aclamar Jesus dizendo: “Hosana ao Filho de Davi! Que Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor! Hosana a Deus nas alturas do céu!” (Mt 21.9 – NTLH). Os relatos são impressionantes, se em outros momentos percebemos a força do império romano, aqui nós vemos que a liberdade que Jesus garante as pessoas, faz com que elas percam o medo e assim vivam com ampla alegria de testemunhar de que: Sim! Jesus Cristo é o Filho de Davi, Hosanas são cantadas. E cabe lembrar que Hosanas, é: “Hosana” (ou hosanas, no plural) é uma expressão de origem hebraica (hôšîʿâ-nā) que significa literalmente “salva-nos, te pedimos” ou “salva-nos agora”. Originalmente um clamor por socorro, a palavra evoluiu para uma aclamação de júbilo, louvor e adoração na tradição cristã, frequentemente usada como sinônimo de “viva” ou exaltação a Deus.
Creio que era uma cena vibrante. Ramos nas mãos, mantos no chão, vozes erguidas em louvor. O povo reconhecia: algo extraordinário estava acontecendo. O Rei havia chegado.
E neste final de semana, essa mensagem também tem um tom, vibrante, essa celebração ganha um significado ainda mais especial para nós, os Luteranos em Macapá. Celebramos também os 27 anos de fundação da Congregação Evangélica Luterana Cristo Para Todos, em Macapá. Há 27 anos, o mesmo Rei Jesus entrou nesta cidade por meio da pregação do Evangelho, estabelecendo aqui um lugar onde sua graça é proclamada, onde pecadores são perdoados, onde vidas são restauradas. Aqui tem o poder de Deus que é o Evangelho. Nada além disso, a graça de Deus é tudo o que nós precisamos.
Mas a pergunta que ecoa naquele dia da entrada de Jesus na cidade de Jerusalém e ainda hoje permanece é: Que tipo de Rei é esse que chega? E como devemos recebê-lo?
São perguntas que precisam ser respondidas com o coração e a certeza de que: O Rei que chega – mas não como o mundo espera (Mateus 21.1-11). O relato do Evangelho nos chama a atenção logo no início. Jesus orienta seus discípulos a trazerem um jumentinho. E Ele entra montado nele. Isso não é casual. Isso é cumprimento da profecia. Isso é mensagem. Enquanto reis humanos entram em cidades com cavalos, carruagens, soldados e demonstrações de força, Jesus entra de forma humilde. Ele não vem como um conquistador político. Ele não vem como um líder militar. Ele não vem para dominar territórios. Ele vem como o Rei da paz. O povo, porém, tinha suas próprias expectativas. Eles estavam oprimidos pelo Império Romano. Esperavam um Messias que os libertasse politicamente, que restaurasse o poder de Israel, que trouxesse prosperidade visível. Mas o canto professado é uma canção de algo muito mais profundo: Eles cantam “Hosanas ao Filho de Davi”. Sinal de que eles, por fé e esperança esperavam em Jesus de Nazaré, o Cristo, o próprio Salvador prometido. O povo que crê, confia e vê o salvador. Assim é hoje, quem ouve, confia, crê, acaba vendo de antemão os céus se abrindo mediante a presença de Cristo e desfrutando pela fé das promessas celestiais. Hoje isso é visto claramente pela Palavra pregada também pela correta administração dos sacramentos.
Se por um lado o povo não percebeu, como Deus estava agindo, por outro lado com a entrada de Jesus, Ele vem para uma libertação muito mais profunda. Ele vem libertar do pecado, da morte, do diabo, ele vem oficializar que a Salvação é completa com sua obra e redenção. Ele vem vencer a morte. Ele vem restaurar o relacionamento entre Deus e o ser humano. Por isso eles clamam: “Hosana!” — que significa: “Salva-nos agora!” E esse clamor é correto. Mas o entendimento ainda é incompleto.
Quantas vezes nós também somos assim? Queremos que Jesus resolva nossos problemas imediatos: dificuldades financeiras, enfermidades, conflitos familiares. E Ele pode agir nessas áreas — sim, Ele pode.
Mas o maior problema que Ele veio resolver não é externo. É interno. O maior problema do ser humano é o pecado. E é exatamente para isso que o Rei entra na cidade. Por isso que o Rei prometido – nele está o cumprimento das Escrituras (Salmo 118.19-29). O Salmo 118 que lemos hoje ecoa nas ruas de Jerusalém naquele dia: “Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!” (Sl 118.26 – NTLH). Esse salmo era conhecido, era cantado nas festas, era parte da vida religiosa do povo. Mas naquele momento, ele deixa de ser apenas um cântico e se torna realidade viva. Jesus é aquele que vem em nome do Senhor. O salmo continua dizendo: “A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas.” (Sl 118.22 – NTLH).
Essa palavra é profundamente profética. Porque o mesmo Jesus que está sendo aclamado será rejeitado poucos dias depois. O mesmo povo que grita “Hosana!” poderá, em breve, gritar “Crucifica-o!”
Isso revela a fragilidade e a incoerência do coração humano. E aqui precisamos olhar para nós mesmos. Quantas vezes também somos assim? No culto, louvamos. Mas na vida diária, esquecemos. Na alegria, confiamos.
Mas na dificuldade, duvidamos. Ainda assim, Deus permanece fiel. Mesmo sendo rejeitado, Cristo se torna a pedra angular da nossa salvação. Aquilo que os homens desprezam, Deus exalta. O plano de Deus não falha.
Mas para que o plano de Deus não falhe, o Rei que sofre – o Servo obediente (Isaías 50.4-9a). isso percebemos perfeitamente com o profeta Isaías que nos leva ainda mais fundo na compreensão de quem é esse Rei. Ele descreve o Servo do Senhor dizendo: “Ofereci as minhas costas para que me batessem e o meu rosto para que arrancassem a minha barba. Não escondi o rosto dos que me insultavam e cuspiam em mim.” (Is 50.6 – NTLH). Esse é o mesmo Jesus que entra em Jerusalém.
E olha que loucura. Perceba o contraste: Hoje: ramos, louvores, festa. Daqui a poucos dias: dor, rejeição, cruz. O Rei que chega é também o Servo que sofre. Ele não é pego de surpresa. Ele sabe exatamente o que o espera. E mesmo assim, Ele continua. Por quê? Porque Ele está obedecendo ao Pai. Isaías também declara: “O Senhor Deus me ajuda; por isso não me sinto derrotado.” (Is 50.7 – NTLH).
Jesus não é vítima das circunstâncias. Ele é o Salvador que voluntariamente se entrega. Ele caminha em direção à cruz por amor. Por você. Por mim. Por todos nós. O Rei humilde e exaltado (Filipenses 2.5-11), Deus está no controle de todas as coisas. Ele não falha, Deus tem tudo sob o controle. Sua graça transborda e nos alcança. O apóstolo Paulo nos mostra o coração dessa obra: “Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha.” (Fp 2.5 – NTLH). E qual era esse modo de pensar? Humildade. “Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo.” (Fp 2.6-7). Jesus se esvazia. Ele se humilha. Ele se torna servo. E mais: “Ele foi obediente até a morte — morte de cruz.” (Fp 2.8). Esse é o ponto mais profundo da humilhação de Cristo. Mas não é o fim. “Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra.” (Fp 2.9) A cruz não é derrota. A cruz é o caminho para a exaltação. E Paulo conclui: “Para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos caiam de joelhos e declarem: ‘Jesus Cristo é o Senhor.’” (Fp 2.10-11 – NTLH). O Rei que entra humildemente em Jerusalém é o mesmo que reina gloriosamente sobretudo.
Portanto, vejamos: Conta-se que um rei decidiu visitar uma pequena vila do seu reino. Mas ele não quis anunciar sua chegada. Vestiu-se como um homem simples e entrou na cidade. Passou pelas ruas… sentou-se entre o povo… conversou com o povo, orientou, deu palavras de ânimo para quem o ouviu… Observou como era tratado. Alguns o ignoraram. Outros o trataram com desprezo. Mas alguns poucos o acolheram com bondade, mesmo sem saber quem ele era. Dias depois, o rei voltou — agora com toda a sua glória. E então revelou quem era. E recompensou aqueles que o receberam. Assim é Jesus. Ele veio em humildade. Veio como servo. Veio de forma simples. Muitos não o reconheceram. Muitos ainda hoje não o reconhecem. Mas um dia Ele voltará em glória. E então não haverá dúvida: Ele é o Rei dos reis.
E algo muito parecido já aconteceu em Macapá _ O Rei chegou a Macapá – 27 anos de graça. Querida Congregação Evangélica Luterana Cristo Para Todos de Macapá. Hoje celebramos algo grandioso. Há 27 anos, Deus plantou aqui uma igreja. Uma igreja que anuncia Cristo crucificado e ressurreto. Uma igreja que proclama o perdão dos pecados. Isso não é obra humana. Isso é obra do Rei Jesus. Assim como Ele entrou em Jerusalém, Ele entrou nesta cidade. E desde então, Ele continua agindo: Na Palavra pregada – Nos batismos realizados – Na Santa Ceia administrada -Nos corações consolados. Claro que também aqui, muitos não querem ser admoestados e orientados, mas é aqui que Deus mediante a Pregação do Evangelho está agindo. Que o bondoso Deus Espírito Santo, não permita que sejamos teimosos, mas ouçamos e creiamos no Evangelho. Quantas histórias existem aqui… Quantas lágrimas enxugadas… Quantas vidas transformadas… Tudo isso é fruto da presença do Rei. E Ele ainda continua chegando. Chegou até você. Toda vez que o Evangelho é anunciado, Jesus entra novamente e se faz presente na vida de quem o ouve e crê. Toda vez que alguém ouve e crê, o Reino de Deus se manifesta.
Então, como devemos receber o Rei hoje? O povo recebeu Jesus com ramos. Mas nós somos chamados a recebê-lo de forma ainda mais profunda. Receber o Rei é: Arrepender-se dos pecados – Confiar na graça de Cristo – Viver sob o seu senhorio – Não basta dizer “Hosana” com os lábios. É preciso viver “Hosana” com a vida. É reconhecer: “Senhor, salva-me!” E também: “Senhor, governa minha vida.”
Conclusão:
Amados irmãos, O Rei chegou à cidade. Ele chegou a Jerusalém. Ele chegou a Macapá. Ele chega hoje ao seu coração. Ele não vem com poder destruidor, mas com graça salvadora. Ele não vem para condenar, mas para perdoar. Ele não vem para exigir, mas para dar — dar sua própria vida por nós. Hoje, com alegria, com fé e com gratidão, nós proclamamos: “Hosana a Deus nas alturas dos céus!” Hosana, porque Ele nos salvou. Hosana, porque Ele venceu a morte. Hosana, porque Ele reina eternamente. E ao celebrarmos os 27 anos desta congregação, podemos afirmar com convicção: O Rei Jesus chegou a esta cidade — e continua reinando entre nós! Que Deus nos conceda permanecer firmes nessa fé, até o dia em que veremos o Rei não mais em humildade, mas em glória. Em nome de Jesus. Amém.

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Rev. André Buchweitz Plamer 28 de março de 2026 28 de março de 2026
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Por Rev. André Buchweitz Plamer
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