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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > França insiste em alterações climáticas
Gil Reis

França insiste em alterações climáticas

Gil Reis
Ultima atualização: 23 de maio de 2026 às 18:48
Por Gil Reis 4 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Plano sobre mudanças climáticas considerado míope.

Alguns governantes continuam a ter ‘visão em túnel’ sobre as alterações climáticas, em maior ou menor escala, desde a formação do planeta terra. Visão em túnel significa que a pessoa não tem um campo de visão normal, mesmo que sua visão central ainda possa ser boa. ‘Casos moderados e graves de perda de visão periférica criam a sensação de ver através de um tubo estreito, uma condição comumente referida como visão em túnel. Os sintomas de perda de visão periférica também pode incluir dificuldade de enxergar com pouca luz e diminuição da capacidade de se orientar, enquanto você está andando’, explica o oftalmologista Virgílio Centurion.
No caso das alterações climáticas cientistas e governantes focam como causa das alterações climáticas apenas as ações humanas esquecendo de examinar outras causas que possibilitam as alterações. Sobre o assunto a Reuters publicou, em 17 de abril de 2026, a matéria “França e outros acionistas do Banco Mundial buscam solução para preservar a estratégia climática”, assinada por David Lawder, que transcrevo trechos.
“Reuniões de primavera do FMI e do Banco Mundial em Washington. A Ministra Delegada da França para a Francofonia, Parcerias Internacionais e Franceses no Exterior, Eleonore Caroit, concede entrevista à Reuters à margem das Reuniões de Primavera do FMI/Banco Mundial de 2026 em Washington, DC, EUA, em 16 de abril de 2026. O plano do Banco Mundial sobre mudanças climáticas expira em 30 de junho; chefe do Tesouro dos EUA o classifica como ‘míope’.
Os acionistas do Banco Mundial estão buscando maneiras de manter viva, de alguma forma, a estratégia de financiamento para mudanças climáticas da instituição após seu vencimento oficial no final de junho, disse a ministra do Desenvolvimento da França, Eleonore Caroit. Caroit disse à Reuters na noite de quinta-feira que tem discutido planos para manter intactos os benefícios básicos do Plano de Ação sobre Mudanças Climáticas do Banco Mundial nas reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, que acontecem esta semana em Washington.
‘Não consideramos aceitável que este plano de ação atual esteja expirando e queremos encontrar uma solução para que possamos continuar atuando nesta área’, disse Caroit, cujo título formal é Ministro Delegado da Francofonia, Parcerias Internacionais e Franceses no Exterior.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, está exigindo que o Banco Mundial abandone sua meta de destinar 45% de seus recursos anuais de empréstimo a projetos relacionados ao clima e, em vez disso, se concentre em empréstimos para o desenvolvimento essencial, incluindo o retorno a projetos de energia baseados em combustíveis fósseis. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, comemorou esta semana o fim do Plano de Ação para Mudanças Climáticas, classificando as metas climáticas do Banco Mundial como ‘distorcidas’ e ‘absurdas’.
‘Após o vencimento, há muito esperado, espera-se que o Banco Mundial mude imediatamente seu foco míope em relação ao clima e aos volumes de financiamento para uma abordagem que enfatize projetos duradouros e de alta qualidade, em vez de moldar e selecionar projetos para atingir metas de financiamento arbitrárias que pouco contribuem para tirar as pessoas da pobreza’, disse Bessent em um comunicado aos comitês diretivos do Banco Mundial e do FMI.
CHOQUE DE ÓLEO
Ele fez declarações semelhantes há um ano, mas o vencimento iminente e o enorme choque nos preços e na oferta de petróleo e gás causado pela guerra no Oriente Médio, que agora ameaça afundar a economia global, provocaram discussões mais intensas esta semana. Um alto funcionário da área de desenvolvimento presente nas reuniões do FMI e do Banco Mundial afirmou que deixar o plano de ação caducar seria ‘um importante sinal político’. ‘Projetos que têm um foco climático ostensivo e muito óbvio, como a energia solar, podem estar em risco no conselho (do Banco Mundial) no futuro’, disse o funcionário, que falou sob condição de anonimato. ‘O Canadá definirá um novo caminho, mais ambicioso e soberano, para reduzir as emissões de automóveis’.
Em outubro passado, um grupo de 19 dos 25 acionistas do Banco Mundial assinou uma declaração pedindo apoio contínuo às metas climáticas do banco, mas os diretores que representam os EUA, Japão, Índia, Arábia Saudita, Rússia e Kuwait se recusaram a assinar. Uma segunda fonte familiarizada com as deliberações do conselho do Banco Mundial sobre o assunto disse que os diretores executivos, representando pouco mais da metade do poder de voto do conselho, apoiam a continuidade do engajamento climático, mas não ficou claro se isso se traduziria em apoio ao ministro das Finanças ou à alta direção.
O presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, cujo mandato sob a administração Biden era ampliar rapidamente o financiamento climático e concentrar-se em energias renováveis, pôs fim no ano passado à proibição da energia nuclear e lançou uma iniciativa para mais projetos de gás. Em outubro, ele reformulou a imagem dos projetos ligados ao clima, chamando-os de ‘desenvolvimento inteligente’, que cria empregos e tira as pessoas da pobreza, ao mesmo tempo que aumenta a resiliência contra secas, tempestades e inundações. Ele afirmou que 48% do financiamento de projetos do Banco Mundial tinha ‘benefícios colaterais’ climáticos, e projetos como estradas resistentes a inundações, ferrovias que transportam mercadorias com mais eficiência do que caminhões e sistemas de irrigação por gotejamento que economizam água contavam para atingir essa meta.
Caroit afirmou que ainda existe uma forte demanda dos países em desenvolvimento por esses tipos de projetos que são considerados parte da estratégia climática – independentemente de como sejam rotulados – incluindo energia eólica e solar, bem como projetos de adaptação climática. ‘Estamos falando de adaptação às mudanças climáticas. Estamos falando de mitigação, ou seja, de limitar seu impacto’, disse ela. ‘E, em última análise, estamos falando de melhorar a vida das pessoas, ajudando-as a lutar contra furacões, inundações e todos esses desastres que estamos vendo em todos os lugares.’
Caroit acrescentou que a França defenderá a preservação das metas de mudança climática do Acordo de Paris de 2015 como parte de sua presidência do G7 este ano. Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais devem se reunir em Paris nos dias 18 e 19 de maio, antes da cúpula de líderes em Évian-les-Bains, em junho.”
Como o leitor pode concluir tudo se concentra, ainda, nas ações humanas desprezando quaisquer outras possíveis. Dois dados relevantes que todos esquecem é: 1° O universo continua em expansão o que afeta diretamente o nosso planeta. 2° Vivemos em, apenas 6% do planeta, e é uma incongruência que possamos influir no clima global. Naturalmente existem, ainda, dezenas de fatores planetários que influem diretamente no clima.
“O ambientalismo é uma ideologia de elite, e o medo da mudança climática é uma preocupação apenas das camadas mais altas da sociedade. O resto de nós acha isso implausível, um tanto ridículo e manifestamente egoísta”, Ben Pile jornalista investigativo.

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