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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > A guerra não é luta justa
Gil Reis

A guerra não é luta justa

Gil Reis
Ultima atualização: 7 de março de 2026 às 20:12
Por Gil Reis 4 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Nunca foi para ser uma luta justa.

O Irã comandado por líderes de uma religião radical sempre foi o calo no calcanhar do ocidente com sua postura arrogante contra outros países e o seu próprio povo, nunca esperavam que as ameaças dos EUA se concretizariam, mas, a coalizão entre a América e Israel tornou real o que se achava impensável. Para completar o quadro de guerra a Europa se uniu aos dois através da OTAN convertendo o conflito numa guerra do ocidente contra o Irã. Como articulista independente não tomo partido, apenas narro os fatos. Sempre tive a consciência que universo não perdoa e, mais cedo ou mais tarde, a justiça como entendemos chega.
A Reuters, de forma abrangente para melhor entendimento da atual guerra no Oriente Médio, publicou, em 4 de março de 2026, a matéria “A OTAN destrói míssil iraniano com destino à Turquia, e surge o favorito para a liderança suprema”, assinada por Parisa Hafezi e Pesha Magid, que transcrevo trechos.
“O poderoso filho do falecido líder supremo do Irã emergiu nesta quarta-feira como o principal candidato à sua sucessão, enquanto os EUA intensificavam sua campanha militar contra Teerã e as defesas aéreas da OTAN destruíram um míssil que se dirigia do Irã para o espaço aéreo turco. O incidente com mísseis relatado pela Turquia foi a primeira vez que um membro da OTAN se viu envolvido no conflito do Oriente Médio, mas o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que não havia indícios de que isso acionaria a cláusula de defesa coletiva da OTAN.
Em uma demonstração do alcance militar dos EUA, Hegseth afirmou que um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano na costa sul do Sri Lanka. Pelo menos 80 pessoas morreram, segundo o vice-ministro das Relações Exteriores do Sri Lanka em declaração à televisão local. Os Estados Unidos e Israel prosseguiram com seus ataques ininterruptos contra o Irã, iniciados no sábado. O comandante supremo dos EUA afirmou que a campanha estava ‘à frente do planejado’ e Hegseth disse que os EUA estavam vencendo o conflito.
‘Nunca foi para ser uma luta justa, e não é uma luta justa. Estamos atacando-os enquanto estão vulneráveis’, disse Hegseth em uma coletiva de imprensa. ‘Nossas defesas aéreas e as de nossos aliados têm ampla margem de manobra. Podemos sustentar essa luta facilmente pelo tempo que for necessário.
A queda nos mercados globais transformou-se em uma debandada na Ásia, incluindo uma queda recorde em Seul, já que alguns investidores não se convenceram com as garantias do presidente dos EUA, Donald Trump, de que reabriria rapidamente o corredor marítimo mais importante do mundo e liberaria o petróleo e o gás bloqueados no Oriente Médio.
Os mercados europeus estabilizaram-se e recuperaram após dois dias de fortes perdas, impulsionados pela esperança de um fim próximo da guerra. Alguns investidores afirmaram que a melhoria do sentimento se deu após uma reportagem do New York Times que revelou que a inteligência iraniana havia entrado em contato com a CIA no início do conflito para discutir uma possível solução.
O relatório afirmou que as autoridades em Washington estavam céticas quanto a uma ‘saída’ por enquanto, enquanto Trump disse na terça-feira que os iranianos queriam negociações, mas que era ‘tarde demais’. Enquanto novas explosões ecoavam em Teerã, os planos para o funeral de Khamenei, de 86 anos, morto por forças israelenses no sábado, no primeiro assassinato de um líder máximo de uma nação por um ataque aéreo, estavam em dúvida. O corpo deveria ser velado em uma vasta mesquita de Teerã a partir da noite de quarta-feira, mas a mídia estatal informou que a cerimônia de despedida foi adiada. Duas fontes iranianas, falando sob condição de anonimato, disseram à Reuters que Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo assassinado do Irã, não estava em Teerã quando seu pai foi morto em um ataque que destruiu o complexo onde o líder residia.
O Irã afirmou que a Assembleia de Peritos, responsável pela escolha do novo líder, anunciará sua decisão em breve, sendo esta apenas a segunda vez que isso acontece desde a fundação da República Islâmica em 1979. O membro da Assembleia, o aiatolá Ahmad Khatami, disse à TV estatal que os candidatos já haviam sido identificados, mas não os nomeou. Israel afirmou que iria caçar quem quer que fosse o escolhido.
Outros candidatos a líder supremo incluem Hassan Khomeini, neto do fundador da República Islâmica e defensor da facção reformista marginalizada nas últimas décadas. Mas o favorito parece ser Mojtaba Khamenei, que acumulou poder como figura importante nas forças de segurança e no vasto império empresarial que elas controlam, disseram as fontes iranianas. Escolhê-lo enviaria um sinal de que os linha-dura ainda detêm o poder. Alguns iranianos comemoraram abertamente a morte do líder supremo, cujas forças de segurança mataram milhares de manifestantes antigovernamentais há poucas semanas, no maior episódio de agitação interna desde a era da revolução. Mas os iranianos descontentes com o governo disseram que era improvável haver muitos sinais de protesto enquanto as bombas estivessem caindo.
Os EUA afirmam ter afundado efetivamente toda a marinha iraniana. Hegseth confirmou que um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano na costa sul do Sri Lanka, onde uma embarcação com o mesmo nome constava como participante de um exercício naval realizado na Baía de Bengala entre 18 e 25 de fevereiro. Israel afirmou que suas forças atingiram alvos em todo o Irã pelo quinto dia consecutivo. Um caça israelense F-35 abateu um Yak-130 iraniano sobre Teerã, acreditando-se ser a primeira vez que o F-35 de nova geração abate uma aeronave tripulada em combate.
A campanha também se estendeu ao Líbano, onde Israel bombardeou Beirute e prometeu erradicar o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, depois que este lançou ataques contra Israel. O exército israelense afirmou na quarta-feira que suas forças terrestres estavam avançando no sul do Líbano e ordenou que os moradores evacuassem toda a faixa de território ao sul do rio Litani.
O Ministério da Defesa da Turquia afirmou que o míssil iraniano abatido pelos sistemas de defesa aérea e antimíssil da OTAN posicionados no Mediterrâneo Oriental havia sobrevoado o Iraque e a Síria. Não ficou claro qual era o seu destino. Nos termos do tratado fundador da OTAN, os membros estão vinculados por uma cláusula de defesa coletiva, o Artigo 5, que considera um ataque a um membro como um ataque a todos. Hegseth disse que ‘não havia qualquer indício de que isso pudesse desencadear algo como o Artigo 5″.
Enquanto o mundo acompanha perplexo o conflito o povo iraniano luta para se proteger dos bombardeios e das perseguições das forças da segurança governamentais. No final independentemente o que é certo ou errado, como em qualquer guerra, quem paga o preço é o povo. Não importa quem tem razão.
“A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.” Jean-Paul Sartre (1905-1980), filósofo e escritor francês.

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